Objetivos para 2018

18 janeiro 2018


Não faço questão de pedir desejos quando o ano começa mas, este ano, decidi que me iria, de certa forma, impor-me uns quantos objetivos que quero verdadeiramente cumprir durante o ano. Não são coisas que me são impossíveis e sei que, no fim, me vão deixar muito feliz por as ter concretizado. É também uma forma de poder chegar ao fim do ano e sentir que fiz alguma coisa útil e que me enriqueceu. Eu sei que já estamos a um saltinho do fim de Janeiro, mas vamos sempre a tempo de definir aquilo que queremos e os caminhos que queremos traçar, certo?

//Criar um álbum de recordações de 2018.
Comecei a fazer isto em 2016, mas desisti numa altura mais difícil e que não queria ver retratada naquele álbum. Hoje em dia, sinto que foi um erro gigante ter desistido daquele álbum porque, por mais coisas más que nos estejam a acontecer, há sempre coisas boas que valem a pena e que merecem destaque da nossa parte. E, por isso mesmo, este ano isso vai mesmo acontecer. Basicamente, neste álbum, escrevo todos os momentos que quero recordar, com a respetiva data, e vou complementando com fotografias dos momentos ou bilhetes de eventos a que tenha ido. Garanto-vos que no fim vale muito a pena recordar o vosso ano desta forma.

//Reforçar o meu inglês.
Na realidade, eu nunca gostei muito de aprender inglês. Mas, ainda assim, tenho plena consciência de quão importante é, para mim, esta língua. Desde que deixei o secundário que pouco me preocupei em aprender coisas novas ou, então, recordar tudo o que sei. No entanto, quero mesmo contrariar esta preguiça e aprender mais.

//Começar a fazer exercício físico.
Não costumo pensar muito sobre isto, mas este ano vou ter mesmo que começar a fazer exercício físico. Já não faço há muito tempo e tenho sentido falta. Lembro-me perfeitamente do quão bem me fazia estar distraída durante aquele tempo e o quanto o meu sono era melhor. É desta energia que os meus dias precisam.

//Ler mais livros.
A minha relação com a leitura tem sido um bocadinho de extremos. Houve uma altura em que adorava ler e devorava livros, mas depois deixei esse hábito de lado e tem sido difícil retomá-lo. Estou sempre a encontrar desculpas para não pegar num dos muitos livros que tenho por casa e que nunca li. Vou ter que contrariar toda esta preguiça que acha muito mais fácil pegar no telemóvel antes de dormir do que num livro. Para este ano, a meta são 15 livros. Está decidido.

//Ser mais organizada na gestão do meu tempo.
Eu sou extremamente organizada em coisas físicas. No entanto, na gestão do meu tempo sou tão desleixada que às vezes fico irritada comigo própria. Costumo ter mais do que tempo para fazer todas as coisas que tenho pendentes, mas deixo sempre acumular tudo e mais alguma coisa e, infelizmente, isso tem-me obrigada a abdicar de algumas coisas em prol das minhas obrigações. E isso chateia-me. 

//Criar mensalmente um planeamento para blog.
Obviamente que a minha desorganização na gestão do tempo se reflete imediatamente no blog. É sempre a primeira coisa que deixo de lado quando tenho um quantidade infindável de trabalho. Por isso, a criação de um planeamento mensal para o blog poderá ser uma solução. Na verdade, não sei se vai funcionar, mas vou tentar agora a partir de fevereiro.

//Fazer uma viagem.
Na realidade, eu gostaria mesmo era de fazer pelo menos uma viagem cá dentro e outra lá fora. Para a primeira já tenho, mais ou menos, um plano definido e estou super entusiasmada porque é um sítio que ando há, literalmente, anos para ir visitar com calma e com todo o carinho que a cidade merece. A viagem para fora de Portugal é que ainda não pensei mas, até lá, vou juntado dinheiro.

//Testar uma rotina diferente.
O meu horário para dormir e para me levantar não é muito diferente todos os dias. No entanto, não cumpro sempre o horário como devia e sei o quão bem me sinto quando estabeleço uma rotina. Este ano gostava mesmo de começar a ir dormir ainda mais cedo e levantar-me também ainda mais cedo. Tenho lido bastante sobre as vantagens de nos levantarmos às 6h e gostava de, pelo menos, testar isso.

//Implementar limites às visitas das redes sociais.
Eu não estou constantemente nas redes sociais e fico feliz por não ser viciada nisso. Mas quando estou em casa sem fazer nada, perco completamente o controlo. Vejo e revejo todas as redes sociais umas 4687653 vezes e, parecendo que não, é uma perda de tempo gigantesca. Em 5 minutos não vão acontecer assim tantas coisas e, mesmo que aconteçam, posso muito bem ver o que foi mais tarde. Para além dessas alturas, também quero muito deixar de usar o telemóvel umas horas antes de ir para cama. Já fiz essa experiência antes e, inacreditavelmente, eu dormia muito melhor.

//Melhorar as minha técnicas e conhecimentos na fotografia. 
Bom, bom era conseguir tirar um curso. Nem que fosse um daqueles mini-mini-mini. A verdade é que sinto que estagnei e, como fiz o investimento numa máquina há dois anos, não quero que ela sirva só para básico. Quero aprender a usá-la na sua totalidade e conseguir tirar o melhor partido dela.

//Começar o meu livro da gratidão.
Tive esta ideia no final de 2017 e ando super entusiasmada para começar a concretizá-la. Na verdade, eu já tenho um caderno da gratidão, mas é num formato diferente. Neste caderno eu escrevo, algumas vezes, coisas pelas quais estou grata naquele dia. No entanto, o livro que eu quero começar é algo completamente diferente. É literalmente como se estivesse a escrever um livro porque, em vez de o usar para escrever quando estou mais em baixo, irei usá-lo para ler. Talvez mais tarde, quando o tiver mais ou menos estruturado, o mostre por aqui.

Retrospetiva de 2017

30 dezembro 2017


Entrei em 2017 junto das pessoas que me acompanham sempre. Não houve grandes cerimónias, mas estivemos juntas naquele momento e foram as primeiras pessoas que abracei no fim da contagem decrescente. Sabe sempre bem ter por perto quem nos faz bem. Como acontece sempre, comi doze bagos de uvas mas, desta vez, não pedi nenhum desejo. Aprendi, com o passar dos anos, que estes desejos não fazem diferença quando a nossa força de vontade não é suficiente ou quando não temos disposição para algo a que nos propomos. E era sempre isso que acontecia. Durante muito tempo desejei coisas extremamente difíceis ou coisas que não refletiam aquilo que eu era. Por isso, deixei-me de desejos e foquei-me em traçar objetivos concretos ao longo do ano.

Sem desejos, sem objetivos e sem expectativas, 2017 não poderia ter sido um ano mais ambíguo. Desafiou-me de formas que eu achava completamente impossíveis e mostrou-me que, às vezes, a minha única opção é ser forte. E consegui sê-lo. Mantive a firmeza e a positividade que todos os momentos exigiam, mas, obviamente, também me fui abaixo. Chorei muito, achei que não ultrapassaria algumas coisas e pensei em desistir muitas vezes. Houve dias em que tive de sair de casa sem vontade e outros em que o meu coração parecia desfazer-se. Mas não me deixei levar pelos problemas que foram aparecendo e, na verdade, penso que essa foi a minha maior vitória deste ano. 

Este ano cresci muito. Não em tamanho porque, na realidade, já sou bastante alta, mas em espírito. Fui feliz de uma forma desmedida, tive oportunidades impagáveis e registei momentos inesquecíveis. Em 2017 olhei para o mundo com outra perspetiva e aprendi que ele é exatamente da maneira que olhamos para ele. E, também, que nos devolve aquilo que somos capazes de lhe dar. Por isso mesmo, espalhei tanto amor pelo mundo quanto o que consegui e respeitei infinitamente todos os que me rodeiam. Não porque achei que tinha essa obrigação, mas porque aprendi que não há maneira melhor para levar a vida que a humildade e a gratidão. 

Para 2018 quero, acima de tudo, que esta caminhada de bem para comigo mesma e para com o que me rodeia prossiga. Que os dias felizes nunca sejam demais e que as pessoas que gostam de mim partilhem grandes momento comigo. Que nunca tenha medo de admitir os meus erros e as minhas falhas, que as derrotas se transformem em lições e que os maus momentos sejam vencidos com todo o positivismo do mundo. Para 2018 eu espero acabar com a guerra que insisto em lutar com o meu corpo e continuar os hábitos saudáveis que comecei no final deste ano. Espero que o espelho reflita sempre a minha luz e não os meus defeitos e que as minhas imperfeições sejam um motivo de orgulho e de reconhecimento. Em 2018 não vou desejar nada quando voltar a comer as bagas de uvas porque tenho tudo o que preciso para ser feliz, mas desta vez vou, com toda a certeza, escrever todos os objetivos que quero cumprir até ao fim do próximo ano. Porque quero mesmo muito que 2018 seja um ano desafiante, um ano de aprendizagens, um ano de grandes caminhos e, principalmente, um ano de muitas vitórias pessoais.

Por fim, quero muito desejar-vos o melhor para 2018. Que o início deste ano seja a desculpa perfeita para lutarem pela vossa felicidade e pelos vossos sonhos. E não desistam nunca de se tornarem na vossa melhor versão. 

12 momentos que levo de 2017

29 dezembro 2017


A chegada do fim do ano traz sempre consigo uma carrada de nostalgia envolta numa gigante rede de gratidão pelas oportunidades agarradas e por todos os objetivos conquistados. Acredito, verdadeiramente, que devemos dar valor a todas as coisas que nos transformam e que suscitam o melhor que há em nós. Por isso mesmo, faço questão de recordar os momentos que transformaram o meu ano num ano especial. 

1. O meu (fantástico) aniversário.
Depois de um mês dos diabos (os estudantes universitários sabem do que eu estou falar!), o meu aniversário costuma ser sempre a desforra. E este ano não foi diferente. Quis celebrar a data da melhor maneira e, para isso, reuni algumas pessoas que eu adoro e que me acompanham há muitos, muitos anos. Não podia ter pedido melhor e guardo com imenso carinho as recordações deste dia. 

2. O passeio pelo Porto com a minha mãe.
A minha mãe tem sempre desculpa para tudo e, normalmente, tenho de a arrastar para todo o lado. Então, aproveitando o facto de ela ter de ir ao Porto, fiz um daqueles passeios calmos e alegres com a minha pessoa favorita. Não acontece muitas vezes, pelo menos não desta maneira, e, por isso, teve um sabor tão especial. E doce porque, obviamente, aproveitamos para experimentar as deliciosas iguarias da Miss Pavlova.

3. A ida ao cinema para ver a Bela e o Monstro.
Depois de uma frequência e de uns dias bem preenchidos e sem espaços para lazer, decidimos ir ao cinema ver este clássico. Foi especial, em primeiro, porque o filme é, por si só, especial e, depois, porque a companhia não poderia ter sido mais acertada. Há pessoas mesmo incríveis e a sua presença torna, também, todos os momentos incríveis. 

4. A minha última queima das fitas no Porto.
Já tinha feito, no ano anterior, todas as cerimónias da queima, mas não perderia por nada esta última. Acompanhar as pessoas que tornaram o meu ano melhor e mais feliz foi uma das melhores escolhas que eu poderia ter feito. 

5. O concerto dos Foo Fighters.
Esperei por este momento, relatado aqui, literalmente durante anos. Sonhei, com uma amiga muito especial, durante anos, sobre a possibilidade de este momento acontecer e, ter-se realizado na sua companhia, fez dele o momento perfeito. Foi absolutamente fantástico e, ainda hoje, continuo sem palavras para o descrever. 

6. A entrega do relatório de estágio.
O meu estágio privou-me de muita coisa. Eram muitas horas no laboratório, muitas horas em aulas, muitas horas a escrever e muitas horas de cansaço. Foi, provavelmente, o maior desafio que enfrentei este ano e, por isso, a entrega do relatório foi, ao mesmo tempo, uma sensação de alívio e de conquista. É muito fácil desanimar e achar que não somos capazes, mas é tão gratificante perceber que somos mais fortes que tudo. 

7. Os festejos da licenciatura.
O ponto anterior trouxe consigo, consequentemente, o fim da minha licenciatura. E uma satisfação gigante. Terminar os objetivos a que nos propomos traz uma satisfação do caraças e uma sensação de dever cumprido inigualável. 

8. A habitual reunião da família no mês de Agosto.
O mês de Agosto não é o meu favorito mas, curiosamente, é o que me traz as melhores memórias. É neste mês que a minha família consegue, quase sempre, reunir-se na totalidade. Este ano não estávamos todos, mas foi muito especial na mesma. Acordar todos os dias com os meus pequeninos ao lado é tão bom. Eles enchem-me o coração de amor e muita felicidade.

9. O concerto da Ana Moura.
Gosto de fado, é um facto, mas acho que nunca tinha visto nenhuma fadista que eu admirasse ao vivo. Este ano tive a sorte de conseguir ver duas mas, ainda assim, o concerto da Ana Moura foi mais especial. De alguma forma, ela tocou-me durante aquele concerto e eu saí de lá agradecida por ter tido aquela oportunidade. 

10. A entrada no mestrado.
O fim da licenciatura trouxe consigo decisões que tinham de ser tomadas. Confesso que pensei várias vezes em não me candidatar em nenhum mestrado, mas acabei por fazê-lo porque sei o quanto preciso disto na minha área. Candidatei-me apenas a mestrados que gostava verdadeiramente e, por isso, soube desde o início que iria mudar de cidade. Há mudanças que são necessárias. 

11. A publicação do meu primeiro artigo científico.
O meu estágio foi cansativo e desgastante, mas ver frutos desse trabalho dá-me uma alegria gigantesca. Fiquei radiante no dia em que recebi o e-mail com a confirmação e percebi que era aquilo que eu queria sentir mais tarde, quando entrar no mundo do trabalho. 

12. Mais um Natal aconchegante e com as pessoas de quem gosto.
O Natal é sempre especial e este não poderia ter sido diferente. Não teve muitas pessoas fisicamente, mas de alguma maneira elas estiveram cá. Sinto, pela primeira vez, que acertei em todos os miminhos que ofereci e não poderia estar mais satisfeita. O espírito que o Natal arrasta consigo, de amor, felicidade, paz, harmonia e bondade, continua presente e espero que se prolongue durante o próximo ano. 

Christmas Wishlist

15 dezembro 2017

1. Livro Wook - 13,50€, 2. Mala Mango - 29,99€, 3. Relógio Parfois - 29,99€, 4. Cachecol Stradivarius 12,95€, 5. Caderno Mr. Wonderful - 12,00€

Não posso dizer que não gosto de receber uns miminhos de vez em quando. E, obviamente, no Natal não é diferente. Gosto de sentir que alguém perdeu algum do seu tempo a pensar em algo que grita o meu nome por todo lado ou que, pelo menos, tentou dar o seu melhor nessa tarefa (nem todos somos bons a escolher presentes, não é?). Por isso mesmo, decidi reunir cinco coisas que me fariam muito feliz se estivessem debaixo da minha árvore de Natal. 

Para começar, selecionei um livro que me suscita uma curiosidade gigante. E, para além disso, estou ansiosa por ver, também, o filme. Receber um livro como presente é um clássico, pelo menos para mim, mas nunca são demais. Depois, de forma a alimentar um bocadinho o meu lado mais vaidoso, escolhi duas coisas: uma mala, com uma cor fora daquilo que eu costumo usar mas que eu adorei, e um relógio em rose gold absolutamente lindo, as quais, certamente, combinariam na perfeição conjugados com o cachecol preto. Ando, literalmente, há anos para comprar um cachecol preto e, por algum motivo, acabo sempre por nunca o comprar, mas este ano tenho sentido imensa falta dele nos meus conjuntos. Por fim, como não poderia deixar de ser, um caderno de uma marca que aquece sempre o meu coração com as suas frases inspiradoras. Eu tenho sempre cadernos e, na maioria das vezes, nem sei muito bem o que escrever neles, mas eu já tenho um objetivo muito especial para este caderno igualmente especial. 

Starbucks Coffee

06 dezembro 2017


Este ano inaugurei a época natalícia de forma muito especial. Depois de deixar passar a avalanche de trabalhos e testes, dei um saltinho até ao Porto. Aproveitei a oportunidade, em primeiro lugar, para matar todas as saudades das duas pessoas que tornaram a minha passagem por esta cidade ainda mais especial, durante o último ano. Depois, obviamente, não poderia deixar de conhecer o novo Starbucks Coffee.

Há muito tempo que conheço este café mas, na verdade, apesar das oportunidades que já tive, nunca fui a nenhum e, por isso, estava mais do que curiosa para experimentar. A decoração não é nada de extraordinário, mas a esplanada é muito agradável. Assim, depois de pedir um mocca pequeno com café intenso e natas, passei umas belas horas entra conversas e confidencias naquela esplanada. O café que pedi era absolutamente saboroso e suave. Não desiludiu em nada e, por isso, o preço que paguei por ele começou a fazer mais sentido. Não é propriamente barato e acredito que não seja um local que vá visitar com muita regularidade, mas há situações que merecem miminhos destes.

Rua de Mouzinho de Silveira 188
Porto, Portugal

5 coisas que o dinheiro não pode comprar no Natal

05 dezembro 2017


Há muito tempo que o Natal se tornou, para mim, uma das melhores épocas do ano e faço questão de a viver ao máximo e de aproveitar cada bocadinho deste espírito. Ao contrário do que seria de esperar, sinto sempre que gosto cada vez mais do Natal e sei que olho cada vez mais para ele de uma forma madura e muito menos consumista. Porque se há algo importante no Natal é tudo aquilo que ele nos proporciona, mas que não é possível comprar. E é exatamente por isso que faço questão de vos dizer o que me entusiasma nesta época e que não trocaria por nenhuma prenda.

//A presença da família. 
É óbvio que não há nada mais importante do que estar ao lado das pessoas que estão sempre lá para nós e que nos ensinam o verdadeiro significado da palavra família. Para mim, isto é ainda mais importante pelo facto de, a maioria do restante ano, ter a minha família longe. Infelizmente, este Natal não vai ser diferente, mas as nossas conversas intermináveis pelo ecrã do computador pousado na mesa da ceia vai, mais uma vez, encurtar a distância que nos separa e provar o porquê de eu adorar tanto estas pessoas que são o acaso mais bonito da minha vida. 

//A solidariedade de tantas pessoas.
Acho incrível a forma como as pessoas têm consciência de como poderá ser difícil, para uma família, ter uma refeição digna na mesa, principalmente nesta altura do ano em que a maioria dos doces típicos não são propriamente baratos. E não há nada que me deixe mais feliz do que sentir que eu posso fazer a diferença na vida de alguém e melhorar o seu Natal. Procuro sempre ajudar de alguma forma, dentro daquilo que eu posso dar, seja através da doação de alimentos, da compra de artigos ou, simplesmente, dando dinheiro. E fico sempre inspirada com a caridade que encontro em cada canto.

//A gratidão pelo que temos.
Seja no Natal ou no resto do ano, faço questão de agradecer por tudo aquilo que possuo e por tudo aquilo que tenho a oportunidade de escolher. Mas, por algum motivo, nesta altura isto toma proporções ainda maiores e a minha gratidão é infinita. Seja por poder escolher o que comer, por ter tanta gente do meu lado, por ter a oportunidade de estar num sítio quentinho ou, simplesmente, por ter uma cama para dormir. Na verdade, não faltam motivos e oportunidades para agradecer tudo o que tenho.

//A felicidade contagiante das crianças.
Gosto de pensar que uma parte de mim nunca vai crescer. E a chegada do Natal faz-me ter ainda mais a certeza disso. Vibro imenso com a montagem da árvore, com as luzes espalhadas por toda a cidade e com as músicas que se fazem ouvir. No entanto, não há nada que me aqueça mais o coração que o brilho nos olhos de uma criança nesta altura do ano. É contagiante e, mais do que isso, faz-me lembrar de nunca deixar escapar este espírito.

//A abundância de amor espalhado por aí. 
Se há coisa que não me cansa é a felicidade das pessoas. E quando essa felicidade é passada em forma de amor e carinho para os outros, não há nada para dar errado. O sorriso de quem nos aborda durante esta época é impagável e todos os desejos de um Feliz Natal são bem-vindos e recebidos como gestos de amor. Não há forma de algum dia me fartar disto. 

100 Montadinhos

27 novembro 2017


Numa altura em que os testes e os trabalhos me consumiam todo o tempo que me restava, recebi uma visita muito especial, aqui por Braga. E, para além de termos aproveitado para passear nesta nova cidade, aproveitamos também para experimentar novos restaurantes. Um deles foi o 100 Montadinhos, um sítio que eu já andava há meses para conhecer e do qual tinha uma curiosidade gigante por experimentar. Eu adoro o conceito das tapas e o facto de poder comer um bocadinho de cada iguaria, por isso, visitar este restaurante significava experimentar muitas das coisas que eu fui vendo.

O espaço está super bem decorado na sua simplicidade, mas peca por ser extremamente pequeno e por nem sempre se conseguir uma mesa para comer. Tivemos sorte em chegar pouco depois do meio-dia porque, passado pouco tempo, já havia pessoas de pé à espera para poderem comer. No verão, provavelmente, poderão ter mais sorte já que existem esplanadas e o número de mesas disponíveis é bem maior. No entanto, nestas situações o que realmente importa é sair do restaurante satisfeita com a comida e com o atendimento.

Com a carta gigantesca de montadinhos que nos é apresentada, o difícil mesmo é conseguir escolher o que queremos. Começamos, então, pelos crocantes de frango que, apesar de serem só uns crocantes de frango, traziam uma maionese divinal. Depois, como não podia deixar de ser, pedimos as batatas com cheddar e bacon e as batatas chips. As batatas com cheddar e bacon foi o que mais me conquistou de tudo o que provei. É uma junção simplesmente deliciosa que, certamente, irei experimentar fazer em casa. Já as batatas chips foram a maior desilusão porque eram simplesmente batatas de pacote. Por fim, no nosso pedido estavam mais três montadinhos que estavam, verdadeiramente, muito bons. Não fiquei particularmente fã do que continha um molho de mostarda e mel mas, na realidade, penso que é mais um gosto pessoal. 

Desfeita a curiosidade e de barriga cheia, saí do restaurante satisfeita. Não acho que este será, algum dia, um dos meus restaurantes favoritos, mas é super agradável para um almoço ou jantar. Uma das grandes vantagens deste restaurante é conseguir proporcionar, entre amigos, um ambiente mais descontraído e instimista uma vez que permite pedir variadas coisas que poderão ser partilhadas entre todos.

Rua Nova de Santa Cruz 14
4710-409 Braga, Portugal
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