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29 fevereiro 2016

O Dave Grohl nunca desilude!

#Instagram - Fevereiro 2016


Fevereiro é o meu mês, o mês do meu aniversário. Por isso mesmo, é um dos meus meses preferidos. E este, em particular, foi bastante recheado de coisas boas e inesperadas. Consegui dar passeios pela minha cidade do coração - o Porto - que, como já devem ter reparado, é um sítio que gosto verdadeiramente de estar e dei passeios pela minha cidade natal, que na verdade é uma aldeia algures em trás-os-montes, mas que me dá uma paz inexplicável e uma sensação de bem-estar e acolhimento incrível. Depois, em jeito de comemoração e aproveitando os afazeres, dei um saltinho a Coimbra com a minha mãe e recordei uma cidade que tantas vezes tenho visitado nos últimos tempos. Ri muito. Visitei a Miss Pavlova e já estou a pensar na próxima ida lá. Tive o melhor presente de aniversário de todos os tempos. Conversei muito com a minha avó. Surpreenderam-me com um bolo de aniversário sem que eu esperasse. 

Foi, praticamente, um mês de férias intenso como há muito já não tinha. No entanto, chega ao fim e a sensação que fica é que foi um ótimo mês. Feliz, com toda a certeza. E com o início de um segundo semestre que se avizinha muito trabalhoso. Mas que venha ele!

28 fevereiro 2016

Infelizmente, este ano não vi os filmes nomeados para os Óscares.

Rivalidade egoísta


Quando comecei a minha licenciatura, não tinha (e continuo sem ter) nenhum objetivo para ser melhor que ninguém. Mais importante do que isso, é tentarmos ser os melhores para nós próprios e darmos tudo o que conseguirmos dar. Mas, infelizmente, nem todas as pessoas com quem me tenho cruzado têm este pensamento e não se importam de ser egoístas e passar por cima de qualquer outra pessoa. E é triste ver ao ponto que são capazes de chegar.

Se no início era uma pessoa que partilhava tudo o que tinha, neste momento é impossível ser assim quando tens colegas que te dizem na cara que não têm nada de relevante que me possa ajudar e, por trás, fazem questão de anunciar ao mundo que têm exercícios dos anos anteriores e que simplesmente não querem partilhar. É um nível de egoísmo que nunca pensei ver na minha vida, mas que infelizmente tive o azar de encontrar. Talvez um dia consigam perceber a diferença entre egoísmo e rivalidade saudável. Talvez. 

Dos recomeços


Há um tempo atrás, apaguei tudo deste blog. Podia ter apenas revertido para rascunho o que tinha publicado, mas decidi que não havia mais tempo para isso. Afinal, cheia de hesitações já era a minha vida e eu não precisava mais disso. Precisava de segurança, de parar de recordar todo o passado e de recomeçar. Fi-lo comigo e o blog acompanhou, ao mesmo tempo, todo esse processo, tornando-o em algo ainda mais especial para mim.

Sei que com ele foram coisas muito boas, mas isso permitiu-me ficar com coisas ainda melhores. É justo deixar para trás algumas coisas para que outras melhores venham, não é? Foi exatamente o que eu fiz. Numa altura em que me sentia perdida comigo mesma e com os meus pensamentos, isto foi o que me pareceu melhor e agora, passados quase dois meses, tenho a confirmação: recuperei um coração ferido por mim mesma. Afinal, parecendo que não, é muito fácil deixar-mo-nos levar por pensamentos negativos e desacreditar naquilo que somos capazes de fazer.

Não me tornei invencível, nem quero ser. Continuo frágil como era. Ainda tenho pensamentos negativos. O que mudou, realmente, foi a atitude. Passei a acreditar em tudo o que era capaz de fazer e mudar e isso faz-me abafar, todos os dias, a carga negativa que paira constantemente sobre mim. Hoje sou quase tudo o que já fui e não queria perder. Quase. A luta não acabou, nem nunca vai acabar. Falta pouco para chegar onde quero, mas sei que todos os dias são uma vitória gigante. E eu mereço-a. 
27 fevereiro 2016

Ainda não acredito que acabei de encomendar esta preciosidade. Não acredito que seja real.

Publicações inacabadas


É-me muito difícil escrever publicações aos bocadinhos. Se começar a escrever alguma, sei que terei de a terminar nesse mesmo momento. Primeiro porque sei que quero escrevê-la exatamente com o que estou a sentir naquele momento, nem mais nem menos, e os sentimentos e a visão das coisas mudam e evoluem todos os dias. E segundo porque praticamente tudo o que deixei por escrever um dia, continua por escrever. É difícil de explicar este meu lado, mas é mesmo assim que funciona comigo.

A idade de Adaline (2015)

«Years, lovers and glasses of wine. These are things that should never be counted.»


Adaline Bowman é uma mulher com 29 anos que não envelhece. Este facto fez com que, a certa altura da sua vida, tomasse consciência de que seria impossível viver uma vida normal com a sua filha sem interrogatórios, perseguições e tentativas de estudo e, por isso mesmo, evita qualquer tipo de relação mais próxima com outras pessoas. É, portanto, uma mulher solitária que vive constantemente com uma identidade falsa e a mudar de cidade. Até ao dia em que conhece Ellis Jones. Entre as diversas tentativas para o afastar, é-lhe dada uma oportunidade e vão juntos durante um fim-de-semana para casa dos pais dele. E aqui tudo é posto em jogo e terá de ser feita a escolha entre a emoção e a exposição da sua condição.

Já vi este filme mais do que uma vez e, de todas as vezes, ele conquista-me. Tem tudo o que é necessário para ser aborrecido e trazer aquela magia absurda à mistura, mas não é. É muito mais do que um filme banal e prende-nos durante duas horas sem que nos apercebamos disso. As pseudo-explicações científicas, a banda sonora, o guarda-roupa, as falas - tudo foi meticulosamente pensado. Eu acho, desde o início, que este filme tem charme. Muito charme. E vale muito a pena ser visto!
23 fevereiro 2016

Para mim, não há o limite de uma estação do ano para comer gelado. 

Coisas incrivelmente aleatórias #1

22 fevereiro 2016

O inverno é a minha estação do ano favorita. É raro maquilhar-me, mas pinto muitas vezes os lábios. Não consigo dormir com a porta aberta. Gosto de velas. Quero muito voltar à Disneyland. A minha banda de eleição são os Foo Fighters. Estou a tirar a licenciatura de Engenharia Biomédica. Sou uma gulosa assumida. Odeio ter as unhas grandes. Gosto de surpresas. Já tive um blog em conjunto com mais duas amigas. Não consigo estudar numa secretária desarrumada. Adoro cachecóis. Considero o Natal a melhor altura do ano. Tenho andado a mudar os meus hábitos alimentares. Gosto de abrir um livro novo e cheirá-lo. Receber presentes deixa-me feliz. Faço a cama todos os dias. O Instagram é a minha rede social preferida. Chego sempre a horas a todos os compromissos. Fico amuada muito facilmente. Aprendi francês aos oito anos sozinha. Já estive cinco dias nos cuidados intensivos. Preciso sempre de escrever tudo na minha agenda. Adoro chocolate. Não faço a mínima ideia do mestrado que quero tirar. Gosto de decoração. O que eu gosto mais em mim é o cabelo. Não gosto muito de usar cremes. Fico irritada quando vêem a minha casa e mexem em tudo. Odeio sentir que estou com medo. Sou insegura. Não ligava nada ao meu aniversário. Aprecio muito uma saída para almoçar ou jantar fora. É raro falar com alguém e não utilizar emojis. Gosto de partilhar momentos especiais com pessoas especiais. 

O presente dos presentes

21 fevereiro 2016
Fotografia da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Nunca recebi uma verdadeira jóia, nada de colares, nada de anéis, nada de brincos. Até ao dia do meu 21º aniversário. E posso dizer que nunca pensei que uma prenda destas me deixasse tão feliz como deixou. É um presente íntimo que não se recebe de uma pessoa qualquer e que, por isso mesmo, tem um grande valor. E, para mim, vai sempre ter.

De todas as vezes que eu olho para ele os meus olhos brilham e eu sorrio naturalmente. Porque me faz lembrar a pessoa que me ofereceu, porque diminui as dúvidas e os medos que inconscientemente continuo a ter e porque carrega um peso gigante de sentimento. É um colar lindo e eu não podia estar mais feliz. Essa felicidade traduz-se na tremenda dificuldade que tive em escrever isto, apesar de já ter passado mais de uma semana. E tenho a certeza que daqui a um ano continuarei sem palavras que consigam descrever o que sinto sobre isto. 
20 fevereiro 2016

«Eu não entendo um mundo em que se pode fazer piadas sobre a miséria, sobre a fome, sobre a cor da pele e não se pode fazer uma piada sobre futebol» - Marisa Matias, Alta Definição.
18 fevereiro 2016

Tenho sempre a sorte (oh, e que sorte!) de ficar doente nas férias!

O principezinho (2015)

«O essencial é invisível para os olhos, só se vê bem com o coração...»


Apesar de ser um filme que encaixa na perfeição nas opções das crianças, é uma grande lição para qualquer adulto. São 108 minutos que nos fazem parar e repensar as nossas atitudes e os nossos pensamentos nos dias em que a rotina nos vence. Relembra-nos aqueles momentos em que fingimos esquecer que um dia fomos crianças e percebemos que, no fundo, teremos sempre essa inocência em nós. Mas, mais importante do que isso, alerta-nos para que permitamos que as crianças sejam crianças. E, por isso mesmo, deixemos que elas sonhem sem limites, que criem e que vivam a maravilhosa idade do "tudo é possível".

Não vale a pena eu dizer do que se trata porque a grande maioria das pessoas conhece a história. Eu, apesar de conhecer a história, nunca tinha lido o livro. No entanto, fiquei com uma vontade enorme de o ir comprar, pela grande lição que nos dá e pelas frases inspiradoras. Posso dizer que vi o filme com uma criança e foi muito interessante ver a diferença de perspetivas relativamente à mesma coisa. E se me permitem aconselhar-vos alguma coisa, é isso mesmo: vejam o filme com uma criança. Se acontecer o mesmo que eu, vão continuar a aprender depois do filme acabar. 

Viagens produtivas

15 fevereiro 2016

As minhas viagem de transportes públicos, quer seja de autocarro, metro ou comboio, fazem-me ter noção da minha pequenes. É aqui que eu paro e analiso o mundo. Tantas pessoas, tantos problemas, tantos medo. E eu, por vezes, a remoer em coisas pequenas que pouca diferença fazem. Não é que os problemas se possam medir mas, durante estas viagens, eu tento medir os meus próprios problemas. E, por vezes, entre pensamentos abstratos, resolver alguns.
13 fevereiro 2016

6 dias, 4 cidades e 1 país. Espero que esta viagem se concretize.

21 coisas que aprendi até aos 21 anos

12 fevereiro 2016

1. Sem expectativas as coisas correm muito melhor. E, apesar de já ter consciência disso, nem sempre é fácil não as ter. Às vezes construímos ideias sobre coisas e pessoas que não passam disso mesmo: ideias. Com o tempo isto tem-se tornado um problema menor e espero que continue assim.

2. Toda a gente tem algo de especial. E descobri isto da pior maneira, mas descobri. E nunca mais deixarei de acreditar nisso. 

3. Afastar-mo-nos de quem nos faz mal não é egoísmo. É amor próprio, é respeito por nós mesmos.

4. Pedir ajuda não faz de nós mais fracos. Aliás, acredito que faz de nós seres mais conscientes das nossas limitações e dos nossos medos. Não somos completamente independentes e não vale a pena tentar sê-lo.

5. Nada vai ser como imaginamos há uns anos atrás. Os sonhos evoluem, a mente muda e as coisas ficam naturalmente diferentes.

6. A tua data de nascimento diz a idade que tens. Só isso. 

7. A minha felicidade nunca vai depender só de mim. Eu sou facilmente influenciável por tudo o que me rodeia, mas a verdadeira vitória vê-se na forma como ultrapasso esta fraqueza. 

8. Não há nada mais maravilhoso do que a família. Eles estão sempre lá, aconteça o que acontecer. E são os primeiros a defender-te e a perdoar-te, às vezes até antes de tu o fazeres contigo próprio.

9. Não podemos querer ser os melhores em tudo. Provavelmente acabaremos por fracassar em tudo, se tentarmos.

10. Ninguém deve nada a ninguém. Nem os amigos, nem a família, nem outra pessoa qualquer. Quando fazemos alguma coisa, não podemos ter a intenção de sermos recompensados.

11. (Re)Aprendermos a gostar de nós mesmos é um processo longo e duro, mas também essencial e gratificante.

12. O amor genuíno é a maior prova de que vale a pena viver esta vida.

13. Nem todas as pessoas são humildes e sinceras como parecem. Mas não podemos deixar que isso nos influencie. O importante é sabermos quem somos e estar bem com isso.

14. Não importa quantas vezes repitas para ti que algo não te afeta. Se isso te afetar de verdade, terás de parar para te recompores e ser (ainda) melhor. 

15. Se desconfias que a atitude de alguém não se parece com a de um amigo, é porque muito provavelmente não é.

16. Viajar é das coisas mais enriquecedoras que se pode fazer. É uma experiência que fica guardada para sempre.

17. O teu grau académico não te define e irrita-me profundamente quem acha que sim. Eu nunca serei a engenheira, a mestre ou a doutora, serei sempre a Beatriz. Apenas.

18. Agradecer é importante. Se te sentes grato por alguma coisa, expressa-o.

19. Um abraço é o lugar mais reconfortante do mundo. Nos momentos bons e nos momentos maus eu escolho sempre um abraço.

20. A fé vai sempre conseguir fazer-me ver para além daquilo que os meus olhos conseguem ver.

21. Fazer anos é um acontecimento que deve ser festejado. Com os anos aprendi a valorizar esta data e, neste momento, adoro-a.

Mais um ano e... Parabéns para miiiiiim! 

Birthday wishlist

11 fevereiro 2016

Nunca tive uma lista de coisas que gostava de ter. No entanto, este ano pareceu-me adequado já que as coisas que eu tanto quero se têm vindo a acumular. Não são urgências, são mais caprichos. Mas sei que me fariam muito feliz. Aqui estão eles:

Pulseira da Pandora. O meu desejo mais antigo de todos e que, ano após ano, aparece no topo das coisas que mais gostava de ter. Apaixonei-me por este modelo da coleção essence a partir do primeiro minuto em que o vi. Foi, literalmente, amor à primeira vista. E já passaram aniversários, já passaram natais e eu continuo sem a ter. No entanto, não me vejo a gastar 55€ nesta pulseira e, por isso mesmo, vou continua à espera que alguém me ofereça.

Máquina fotográfica da Samsung. Preciso de uma máquina prática para viagens, mas ao mesmo tempo versátil e esta conquistou-me. Evidentemente que as características dela foram importantes na hora de decidir qual gostaria de ter (embora o caso não se encontre, de todo, fechado), mas o que me conquista de verdade é este ar vintage.

Batom da M.A.C. Sou uma apaixonada por batons e, mesmo assim, ainda não tenho nenhum desta marca. Erro meu, eu sei. Há muito tempo que ando para fazer este investimento, mas é sempre adiado por outra coisa mais essencial. Por isso mesmo, nada melhor do que fazer dele um desejo de aniversário, certo?

Álbum do Mr. Wonderful. No fim do ano que passou, deram-me a ideia de registar os momentos bons deste ano num álbum com direito a fotografias, bilhetes e tudo o que for importante. Tenho registado, até agora, esses momentos em papel para poder começar o meu álbum, mas falta-me comprar um. E eu fiquei completamente apaixonada por este e sei que é ideal para mim.

Mala da Parfois. Há bastante tempo que ando à procura de uma mala preta, simples e média e eu gostei imenso desta. Tem tudo o que preciso e ainda por cima é super gira. Isto é, de tudo o que escolhi, o que mais preciso neste momento. Por isso, seja nos anos ou não e oferecida por outra pessoa ou por mim, terei de a comprar. 

Odeio quando revejo uma publicação imensas vezes e só depois de a publicar é que encontro os erros.

@theballoondiary no instagram

10 fevereiro 2016

Este é uma daquelas contas do instagram que eu era incapaz de manter. No entanto, acho imensa piada e adoro as fotografias que são publicadas pela Anna. Basicamente todas, mas mesmo todas, as fotografias são tiradas com um balão cor-de-rosa. Se acham que isto tem tudo para ser pouco atualizado e aborrecido, desenganem-se. As fotografias são mesmo encantadoras, não fossem elas tiradas, maioritariamente, em Paris (começo a ter a certeza de que sou uma apaixonada por instagrams parisienses). Seguir o @theballoondiary vale mesmo a pena. 
06 fevereiro 2016

É raro o dia em que não bebo um chá antes de dormir.

Netflix


Numa altura em que os sites de filmes e séries começaram a ser todos bloqueados, surgiu o Netflix. O que não foi um coincidência, quase de certeza. Na altura, exatamente por causa disso, decidi experimentar já que o primeiro mês é gratuito e podemos anular a subscrição a qualquer momento. Têm à escolha três planos mensais: para um ecrã de cada vez em SD a 7,99€, para dois ecrãs de cada vez e HD disponível a 9,99€ e para quatro ecrãs de cada vez e HD e ultra HD a 11,99€. 

Se pensam ver centenas de filmes e séries espetaculares, esqueçam. Principalmente os filmes. São poucos os que lá se encontram que já não passaram uma dezena de vezes na televisão. Os filmes de animação ainda são os que valem mais a pena porque a diversidade é grande e estão lá muitos que nunca passaram na televisão. Relativamente às séries, já podemos ficar mais descansados e bem servidos. Tem séries muito boas (apesar de ainda não terem House of cards). E o facto de estares a pagar por um serviço faz com que te aventures em séries que nunca imaginaste ver e que, no fim, te surpreendem muito, que é o que tem acontecido comigo. 
04 fevereiro 2016

Há duas coisas quem me irritam profundamente nas pessoas: a capacidade excessiva de criticar e a preguiça de fazer alguma coisa para que haja uma mudança.
03 fevereiro 2016

É raro tirar fotografias à comida. A maioria das vezes só me lembro disso depois de ter comido.

O poder do batom


Desde que me lembro, na altura em que pedia emprestado (em silêncio) a maquilhagem da minha mãe, que gosto de tons fortes nos lábios. Sempre tive tendência para eles, toda a gente o dizia. Hoje, já grande, essa característica permanece. Adoro, principalmente, os vermelhos e os castanhos e gosto imenso de me ver com estas cores. No entanto, eu não os usava. Tinha medo e a minha confiança não o permitia. Mas, a partir do momento em que pus um travão nos meus pensamentos negativos e na minha falta de auto-estima, isso mudou. E mudou, curiosamente, com a compra de um batom. Eu adorava-o, mas sabia que talvez não o conseguisse usar. Mesmo assim trouxe-o comigo. Foi uma espécie de teste. Olhei para ele todos os dias durante algum tempo e, um dia, decidi que não podia continua com aquilo e que qualquer mulher é forte e destemida o suficiente para usar o batom que bem entender. E usei-o. Ainda hoje o uso. E sinto sempre que aquele batom mudou a minha forma de ver a vida. 
02 fevereiro 2016

Tive a sorte de receber (outra vez) este perfume. O meu perfume preferido. 

A Itália é um país que não me importaria de visitar de uma ponta à outra.

Uma (vaga) definição do amor

Escrevi este texto há uns bons meses atrás, mas continua a fazer todo o sentido para mim:


Amor não é amor sem entrega total. Não é possível. Amor só é amor quando se dá tudo por outra pessoa, mesmo sabendo que, na volta, se pode receber nada. É isso mesmo: é dares tudo o que tens na certeza de que a outra pessoa também te dará tudo o que tem. Quando isso não acontece, não lhe podemos atribuir a mesma designação. Quando as pessoas não dão tudo o que têm, elas não amam, elas simplesmente precisam de alguém que preencha um vazio infinito que sentem e que teimam em preenchê-lo com outra pessoa e não com eles próprios.

O amor só é amor quando nos desdobramos em quantas partes forem precisas só para dar um abraço, quando os nossos pensamentos vagueiam em formas de surpreender o outro, quando mandar mensagens carinhosas deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma espontaneidade. Quando a tua pessoa favorita continua a ser a mesma dia após dia. O amor só é amor quando sabes que podes rir e chorar sem qualquer pudor, quando estás tão normal e recebes um agradável "estás bonita hoje". Quando começas a fazer planos com alguém que não te é garantido, quando sentes o coração aos saltos sempre que sabes que vais estar com ele, quando alguém faz transbordar aquilo que tu és. O amor só é amor quando alguém te faz acreditar que o amor existe. 
01 fevereiro 2016

Fevereiro vai ser sempre o meu mês, o mês do meu aniversário.