#Instagram - Março 2016

31 março 2016


Março passou a correr. Ainda ontem estava a começar o segundo semestre e, agora, já ando atarefada entre frequências e trabalhos. No entanto, no meio de todo o trabalho que tenho tido, aproveitei os tempos livres da melhor forma com pessoas muito especiais para mim. Nem poderia ser de outra maneira naquele que é o nosso mês. O mês que marcará eternamente o início de uma viagem em conjunto tão bonita. E já lá vão três anos... De amor, cumplicidade e risos.

Por isso mesmo, este foi um mês de jantares e lanches demorados e bons. A acrescentar a isso, vieram as férias da Páscoa que, inexplicavelmente, foram diferentes de todas as outras. Foram uma mistura de risos e boa disposição com carinho, amor e atenção (e pouco estudo!). Foi bom recordar que a distância e as vezes que vemos alguém são irrelevantes quando somos especiais para essa pessoa. E melhor que isso tudo só o facto de os meses estarem a passar e eu ver que as coisas mudaram, efetivamente, para mim. É tão bom e reconfortante. 

25 março 2016

Fotografia da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Coisas que alegram o meu dia: comprar flores.

Madrid #3

24 março 2016

Fotografias da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Depois de vos mostrar a nossa viagem aqui e aqui, eis que chegamos ao último dia desta nossa grande aventura. O dia em que já não queria ir embora e me apetecia continuar a explorar aquela cidade incrível que me fez mudar de opinião tão rapidamente. Ainda não tinha posto os pés no aeroporto e já estava a tirar notas mentais de todos os sítios que queria voltar a visitar e de todos os outros que, por várias razões, não pude ir. 

Lasanha de courgette e atum

23 março 2016

Fotografias da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Hoje trago-vos uma receita alternativa à lasanha, coisa que por sinal odeio (sim, eu conheço esse olhar que me estão a lançar através do computador por eu não achar piadinha nenhuma à lasanha). É muito simples e rápido de fazer. Além disso é muito, muito mais saudável, certamente. 

Para fazer esta refeição deliciosa vão precisar de:
1. uma courgette
2. duas latas de atum
3. polpa de tomate
4. queijo (yumi!)
5. cogumelos (se gostarem)
6. azeite, polpa de tomate, sal e pimenta qb

Não parece difícil, certo? 

#PrayForBelgium

22 março 2016


Estas coisas não nos deixam indiferentes. Muito menos felizes. Acordar e pensar que podíamos ser nós, que podia ser algum dos nossos familiares é aterrador. É muito fácil percebermos que eles querem que fiquemos com medo, mas é ainda mais difícil fazer com que isso não aconteça. São vidas inocentes, famílias destroçadas e milhões de corações apertados. Não é nada comigo, mas é já ali ao lado. E dói na mesma porque poderia ser aqui. Comigo. 

No dia internacional da felicidade...

20 março 2016


...eu sinto-me grata. Por saber ser feliz com as coisas pequenas e por aproveitar as coisas menos boas para retirar de lá sorrisos.

Madrid #2

Fotografias da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Não faz sentido, para mim, fazer uma viagem e não a aproveitar ao máximo. Por isso, todos os meus dias começam bem cedinho para poder aproveitar tudo sem arrependimentos. E aqui não podia ser diferente. Principalmente neste segundo dia que seria o único que poderíamos aproveitar do início ao fim. 

19 março 2016


Ser madrinha é sorrir sempre que se pensa no miúdo mais incrível do mundo. É preocupar-mo-nos constantemente com o bem estar dele, com a saúde dele e com o crescimento dele. Ser madrinha é mesmo ser uma segunda mãe. Uma segunda mãe que passa o tempo a mimá-lo, a abraçá-lo e a dar-lhe beijinhos porque vê nele uma alegria gigante e inexplicável. 

7 coisas que aprendi (até agora) com Suits


1. A mentira tem mesmo perna curta. A terra gira constantemente e, algures entre rotações e translações, tu deixas escapá-la sem que te apercebas e, quando olhas ao teu redor, já perdeste o controlo de tudo. 

2. O sucesso não é tudo. Principalmente quando, no meio dessa caminhada, nos perdemos a nós mesmos.

3. Ninguém é garantido. Aliás, é mais do que óbvio que ninguém é de ninguém. E às vezes, depois de anos e anos ao lado de uma pessoa, é difícil aceitar isso.

4. O amor ultrapassa (quase) todas as fronteiras quando assim tem de ser, se for mesmo verdadeiro.

5. Às vezes é bom parar da correria do dia-a-dia e relembrar que existem pessoas à nossa volta que se preocupam connosco, antes que seja tarde demais.

6. Não podemos julgar as atitudes de alguém sem tentarmos, pelo menos, perceber o porquê. A nossa infância marca-nos mais do que aquilo que possamos pensar e nem todas as pessoas lidam com os problemas da mesma forma.

7. Infelizmente, o dinheiro move mesmo o mundo inteiro. E entre o bem e o dinheiro, a grande maioria escolhe a segunda opção. 

Madrid #1

18 março 2016

Fotografias da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Há muito tempo que vos queria levar a viajar até Madrid e mostrar-vos aquilo que foi a nossa primeira viagem. Não sei se foi pelas baixas expectativas que tinha ou por outra razão qualquer, mas eu adorei a cidade. Se me fizessem escolher entre Madrid e outra cidade europeia qualquer, antes de lá ter estado, muito provavelmente escolheria a outra. Porque, efetivamente, nunca tive curiosidade em conhecê-la e esta viagem repentina e inesperada veio mostrar-me que eu estava completamente errada. E às vezes é tão bom estar errada.

16 março 2016


Que semana caótica e sem fim à vista.

5 músicas da minha infância

15 março 2016


A música tem um poder incrível em nós e, inevitavelmente, associamos canções a determinados momentos pelos quais passamos ou a épocas específicas da nossa vida. Curiosamente, sorrio sempre que penso nas músicas que da minha infância. Umas pela letra, outras pelos momentos que me vêem à memória. Por isso mesmo, quero partilho este momento convosco e apresento-vos, então, cinco músicas que carcaterizam a minha infância:

NIT

14 março 2016


Já vi imensas opiniões sobre o famoso vídeo da NIT no ModaLisboa e não consigo concordar com nenhuma. Tenho visto imensa gente a criticar o facto de as pessoas estarem num evento como aquele e não saberem o mínimo de moda, mas... Eu não posso ir a um evento sem saber se vou gostar ou não? E aqui tanto pode ser um ModaLisboa como uma Comic Con. Não existe problema nenhum. Por vezes descobrimos novos interesses em sítios e eventos impensáveis e ninguém é obrigado a saber o que quer que seja só por estar lá.

O que eu condeno é que as pessoas finjam que percebem do assunto, como acontece num outro vídeo. Isso, sim, é grave. Nem toda a gente tem de perceber de carros, nem toda a gente tem de perceber de maquilhagem, nem toda a gente tem de perceber de matemática - e é isso que faz de cada um de nós aquilo que somos. Se há um evento que não nos diz nada mas que eventualmente surge a oportunidade de irmos, porque não arriscar? Porque não provar, efetivamente, que não gostamos daquilo ou, pelo contrário, mostrar que afinal é algo interessante e capaz de nos interessar? 

11 março 2016


Tudo à nossa volta é uma questão de equilíbrio. E quando as coisas começam a correr a mal, quando a semana foi um tremenda confusão, quando o dia foi um sufoco de preocupações, não há nada que me acalme mais do que um passeio à beira mar. Respiro profundamente, encho a minha cabeça de nada e caminho sem rumo na certeza de que, daí a um tempo, as coisas se tornarão melhores. E tornam. Sempre. É uma capacidade incrível que o mar tem sobre mim. 

Fluido matificante hidratante da Caudalie

07 março 2016

Fotografias da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Há anos que procuro um bom creme para a minha pele mista. Ora compro um que me faz a pele ainda mais oleosa, ora compro um que me seca demasiado a pele. De facto, tenho acertada em cheio em cremes que não servem para mim e já começava a ser uma frustração. 

06 março 2016


Faz-me imensa confusão as pessoas que não conseguem fazer coisas sozinhas. Seja comer fora, viajar, passear... Se não somos capazes de ser uma boa companhia para nós mesmos, como é que o seremos para outras pessoas?

A entrevista (2014)


Dave Skylark é o apresentador de um programa que entrevista celebridades e que se tornou popular com a chegada do seu produtor Aaron Rapoport. Um dia descobrem que o líder da Coreia do Norte Kim Jong-un é fã do programa deles e decidem desafiá-lo a ser entrevistado. Ao tomarem conhecimento do sucedido, a CIA começa a planear, juntamente com eles, uma maneira de o matarem. Entre peripécias e arrependimentos, as coisas acabam por não acontecer como planeado. No entanto, as pessoas da Coreia do Norte ficam a descobrir que ele é uma pessoa como qualquer outra, tornando a ida deles ainda mais vantajosa do que aquilo que se pensara inicialmente. 

Há muito tempo que queria ver este filme, principalmente por censurar a atual política da Coreia do Norte. Mas foi uma desilusão. Ao início o filme parece bem encaminhado e capaz de ser algo que nos cativa, mas há um momento em que tudo começa a descambar e torna-se cada vez pior. Tem uma boa mensagem, apesar de não mostrar nada que a maioria das pessoas já não saiba. Pior que isso só mesmo os palavrões e as cenas de sangue extremamente exageradas. A única salvação do filme é o James Franco, não pela performance em si, mas porque sempre gostei dele e é bom revê-lo.

02 março 2016


(Quase) Todas as desculpas são aceitáveis para juntar amigos à volta de uma mesa.
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