5 snapchats favoritos

24 abril 2016


Já há algum tempo que me rendi ao Snapchat. Não achei muita piada na primeira vez que o instalei, mas voltei a dar-lhe uma oportunidade e comecei a gostar. Seja pelo dia-a-dia de pessoas que me inspiram ou pelas dicas que alguém tenha para me dar. Tudo é bem-vindo desde que haja boa disposição e sorrisos para dar e vender. Por isso mesmo, apresento-vos os meus 5 snapchats favoritos:

1. catarinanutri - A Catarina é nutricionista e tem uma energia contagiante logo pela manhã. Acorda sempre com um sorriso nos lábios e faz-nos sorrir em sintonia com ela. Mas sigo esta conta por uma razão, em particular, que me conquistou desde o primeiro momento: as super dicas que ela dá. Ela mostra receitas, produtos e até as idas dela às comprar. Melhor do que isso: ela faz-nos acordar para a realidade  daquilo que são os produtos que costumamos comprar a pensar que são super saudáveis mas que, no fundo, são apenas uns pacotes de açúcar.

2. sarascabido - A Sara mete amor em tudo o que faz e isso transparece para o lado de cá. As fotografias dela são divinais e encantadoras e, como devem imaginar, o snapchat segue o mesmo registo. Sempre com um ar fresco, inspirador e bonito.

3. amberfillerup e 4. masha_theone - São duas contas que nada têm a ver uma com a outra, mas que são super parecidas. A Amber e a Masha são duas mães. Curiosamente, ambas têm dois filhos: um menino mais velho e uma menina bébé. E é super amoroso ver o dia-a-dias delas com as crianças. As brincadeiras, as sestas e as roupas fofas que elas usam. Eu sou uma apaixonada por crianças, por isso, sou suspeita a falar sobre isto. No entanto, vale mesmo muito a pena segui-las.

5. dianaferrazss - A Diana é portuguesa (nortenha!) e está a viver em Nova Iorque há alguns anos. O seu snapchat passa por mostrar o dia-a-dia e os sítios por onde vai passando. Além disso, é adepta de um estilo de vida saudável e dá-nos umas dicas preciosas. Também mostra algum dos seus cozinhados e inspira-nos e sermos melhores para nós próprias. A energia positiva e o sorriso também são do mais contagiante que possam imaginar.

23 abril 2016


É tão bom chegar ao fim do dia e sorrir por sabermos que fizemos tudo o que podíamos. 

5 coisas estranhas sobre mim

15 abril 2016


1. O meu corpo não absorve as vitaminas B6 e B12. É verdade. Passados 20 anos de uma vida enganada, surge a verdadeira realidade daquilo que eu sou dentro do incontrolável. Depois de anos de anemias e cansaços inexplicáveis, e depois de uma situação traumática que não quero nunca mais experienciar, surgiu um diagnóstico.  

2. Não consigo conduzir com o vidro do carro aberto. Mas só mesmo se for a conduzir. Se for num dos outros bancos, adoro o vidro aberto e o vento a bater-me na cara, mas quando conduzo não consigo. Faz-me confusão o barulho, o vento, tudo!

3. Só consigo comer alho e cebola se forrem passados. Ora bem, passo a explicar a dita panca de uma forma melhor: não consigo trincar este dois alimentos. Dá-me vómitos e já desisti há muito de tentar. No entanto, não é o sabor que me incomoda porque se eu os passar (ou ralar, como preferirem) com a varinha mágica, como sem qualquer problema.

4. Sou extremamente arrumada. Há quem diga, até, que sou exageradamente arrumada. Eu não me considero dessa forma. Sou arrumada? Sim, gosto de ter tudo nos seus devidos lugares. E se tiver que perder quinze minutos só para ter tudo arrumado, eu perco. Há duas coisas, principalmente, que nunca falham: fazer a cama todos os dias depois de tomar o pequeno-almoço e ter as minhas mesinhas de cabeceira e a minha secretária sempre arrumadas, mesmo que tenham muita coisa lá. 

5. Estou a estudar engenharia biomédica. Não parece estranho, eu sei, mas se me tivessem conhecido há uns valentes anos atrás iriam perceber. É que eu passei anos e anos a dizer que poderia ser tudo à face da terra menos engenheira. A verdade é que eu cheguei até ao 12º ano com essa ideia na minha cabeça. Quando a meio do ano decidi analisar todos os cursos da minha área sem exceções, de entre a lista das potenciais escolhas, cerca de 90% incluía a palavra "Engenharia". E foi estranho. Continua a ser, mas agora estou certa de que não poderia ter ido para outro curso. E é gratificante sentir isso.

10 abril 2016


"Algumas histórias não são para crianças". E esta é uma delas.

Mais um raio de sol

Fotografia retirada do instagram @masha_theone.

Nos últimos tempos, a família tem crescido muito e eu não podia estar mais feliz. Vem a caminho mais um priminho/a e a notícia deixou-nos a todos radiantes. Melhor que isso, é ver que estamos cada vez mais unidos e as crianças que têm nascido são as responsáveis por isso. Já éramos antes, obviamente, mas as coisas tornaram-se diferentes e connosco isso foi num bom sentido. Estou super ansiosa para conhecer o novo membro da família.

09 abril 2016


A próxima semana vai ser longa e complicada, por isso, estou a aproveitar o fim-de-semana para recolher o máximo de forças possíveis no conforto da minha casa.

Irmãos e espiões (2016)


Nobby vive numa pequena cidade piscatória inglesa rodeado dos seus nove filhos e da sua mulher. No entanto, ele anda há quase trinta anos à procura do seu irmão, Sebastian, que já não vê desde o momento em que foram adotados por famílias diferentes e obrigados a separarem-se. Mesmo depois de tanto tempo, ele continua sem nunca perder a esperança de o reencontrar. Mas quando esse reencontro se dá, as coisas descontrolam-se e Sebastian, que é um agente de operações especiais do M16, tem de impedir, juntamente com o irmão, que um plano que porá a segurança mundial em risco não se concretize. 

Entre os acontecimentos iniciais e os finais do filme, a diferença é gigante. Primeiro porque o filme começa por ter, efetivamente, piada, segundo porque percebi que não sou uma grande apreciadora deste tipo de humor. Já tinha formulado esta teoria no Borat, mas tive a certeza disso neste filme. Há partes que têm piada? Há e muitas. Há partes que roçam o ridículo? Para mim, há. Mas obviamente que é uma questão de gosto. Dei umas valentes gargalhadas quando a comédia era razoável mas, se fosse agora, garanto que não pagaria para ver este filme no cinema porque comédia ao estilo Sacha Baron Cohen não é, definitivamente, das que eu mais aprecio. 

O último pacote de leite

08 abril 2016


Praticamente todos os dias da minha vida até agora, o leite esteve presente. Aliás, o meu pequeno almoço parecia-me sempre incompleto se ele não estivesse presente em algum lugar. Mesmo estando a par de que algumas pessoas defendiam que só se devia beber leite durante a amamentação, o meu pensamento passava sempre pelo mesmo "enquanto não me provarem que faz mal, eu vou continuar a bebê-lo". No entanto, passei os últimos meses a pensar que talvez devesse experimentar deixar o leite por um tempo para poder ver diferenças na minha digestão e, também, nas minhas borbulhinhas que, em pleno 21º ano de vida, continuam a teimar em aparecer de vez em quando.

Entre pensar e fazer, a distância é relativamente longa quando não se tem vontade nenhuma de concretizar o que quer que seja. Mas isso mudou no dia em vi este vídeo. São cinco minutos de puro choque que me fizeram parar imediatamente de incluir o leite no meu dia-a-dia. Chamem-me burra, desinformada, o que quiserem, mas eu não fazia a mínima ideia de que uma vaca apenas dava leite nos mesmo períodos que uma mulher. Não fazia mesmo. E isso foi um choque gigante que me fez perceber que aquelas pessoas que eu ignorava talvez tivessem razão. 

Hoje, quase uma semana depois de deixar de consumir leite, sinto-me bem e já meia habituada ao café da manhã com água. O melhor é que, pela primeira vez em muito tempo, não tive nenhuma borbulha indesejada. Coincidência? Não acredito, até porque o meu dermatologista já me tinha avisado. E reparei também que deixei de ter a barriga ligeiramente inchada. Depois de o resultado ter sido tão bom, não tenciono voltar a pegar em leite algum deste tipo. E se, por ventura, um dia me apetecer qualquer tipo de leite, tenho outras alternativas disponíveis no supermercado como o leite de aveia sem me deixarem com um peso na consciência. 

Quarto (2015)

06 abril 2016


Joy foi raptada quando tinha 17 anos pelo "Velho Nick" e, fruto deste rapto, nasceu o Jack. Entretanto, passados sete anos, ela permanece no barracão que intitula de "Quarto" com o filho que celebra o seu quinto aniversário. Para ele, tudo o que é real no mundo está dentro daquelas quatro paredes e as pessoas, as paisagens e os objetos que vão passando na pequena televisão que têm na sua posse não passam de pura imaginação. E Joy faz de tudo para que seja, efetivamente, essa a sua realidade. No entanto, farta de todo aquele pesadelo, engendra um plano com o intuito de libertar o filho daquele lugar e com a esperança de que consigam libertá-la também. 

É difícil ver este filme e não nos sentirmos gratos por tudo o que nos rodeia. Somos livres, temos pessoas que gostam de nós ao nosso lado e partilhamos um mundo gigantesco e diversificado. Se me consigo imaginar na posição da Joy? Nem por sombras. É daquelas coisas que me deixam arrepiada só de pensar. Mas este filme retrata na perfeição o misto de sentimentos que advêm de uma situação traumática como esta porque esquecer não é, de todo, uma tarefa fácil. Mais uma vez, fico com a certeza de que o conforto e o amor da família são os ingredientes mais importantes nas etapas mais trémulas da vida. 

Manhãs de sensações bonitas

04 abril 2016


Não há dinheiro que pague a sensação de felicidade que é estar ao lado de alguém que se gosta verdadeiramente. É tão reconfortante, tão animador pensar que há alguém que escolhe ouvir os teus problemas, que te dá a mão e que te faz sorrir todos os dias. Melhor do que saber que ele vai estar lá para passear nos dias em que acordo cheia de energia e vontade de explorar o mundo, é saber que também estará lá naqueles em que eu vou acordar rabugenta e mal disposta e insistir que o mundo está contra mim. 

Não há uma receita perfeita para que o amor resulte. E se por vezes isso me assusta e me faz temer o pior, noutros momentos tenho a certeza de que sou uma sortuda por ter a possibilidade de experimentar um sentimento tão espontâneo e bonito. O amor é uma redescoberta de nós mesmo nos olhos de outra pessoa, sem nunca deixarmos de ser individualidades separadas. E é isso que faz dele  algo tão fantástico e fácil de reconhecer.

02 abril 2016


Sou completamente viciada em fruta. E no verão o vício triplica!
Anywhere © 2017
Design: Hello Manhattan