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#Instagram - Maio 2016

31 maio 2016

Maio foi uma mês carregadinho de emoções e eu não podia estar mais feliz. Foi o mês da queima, das fitas cheias de palavras bonitas e dos abraços emotivos. Definitivamente, as coisas não poderiam ter corrido de outra forma e isso alegra-me de uma forma inexplicável. Mas nem tudo foi só festa e descontração. Muito menos na reta final do semestre. Está a ser cansativo e, muitas vezes, desanimador porque os resultados não têm demonstrado o verdadeiro esforço por detrás de tudo. No entanto, sei que ainda faltam umas semanas para terminar e que ainda posso vir a colher coisas muito boas. Pensamento positivo!

Neste mês que me pareceu gigante, tive tempo para estar com as pessoas que mais significam para mim e não há nada que pague isso. Apesar de todo o trabalho que tenho tido, fui organizada o suficiente para dizer mais vezes "sim" a lanches, a jantares e a conversas. E sabe tão bem! Maio termina com uma frequência que, mais uma vez, não foi das melhores, mas trás uma um lufada de ar fresco (e de um sol radiante como o que está lá fora) para receber Junho da melhor maneira possível. 
30 maio 2016

Fico assustada cada vez que olho para o meu calendário e vejo a quantidade de coisas que ainda me faltam fazer para acabar o ano lectivo.

Coisas incrivelmente aleatórias #2


Apercebi-me, recentemente, que gosto mais de fotografar do que imaginava. Nunca me esqueço de datas importantes. Adoro o mar. A ligação que tenho com a minha mãe é muito especial. Não tenho uma cor favorita. Adoro anéis e acho que nunca são demais. Sou míope. Tenho a melhor família do mundo. Continuo a achar a matemática divertida. Tenho o afilhado mais fofinho do mundo. As pessoas deixam em mim mais do que aquilo que possam imaginar. Sou apaixonada pelos detalhes. Programação em C# é uma dor de cabeça gigante para mim. Gosto de dar caminhadas. A minha vida pode mudar drasticamente no próximo ano lectivo e isso deixa-me mais entusiasmada que nunca. Sonho acordada com um montão de viagens e planeio muitas nos tempos livres. É raro comprar uma revista. Não consigo estudar pelo computador. Escrevo muito na minha agenda. Sou uma chorona incurável. Adoro sopa e como praticamente todos os dias. Tenho sempre um batom comigo. Vou ao instagram mais vezes do que devia por dia. Nunca fui a um festival de verão. Adoro casamentos. Não suporto mentiras. Dou muito de mim aos outros. Gosto da minha letra. Prefiro usar folhas do que cadernos. A maioria das pessoas recorda-se de mim pelo meu sorriso e eu adoro isso. Se dormir pouco fico rabugenta. Adoro flores.

A chefe (2016)

29 maio 2016

Michelle Darnell viveu, durante a sua infância, num orfanato. O seu mau-humor fê-la passar muito tempo a saltitar de família em família. No entanto, nenhuma foi capaz de ficar com ela, acabando sempre por regressar ao mesmo sítio. Anos mais tarde, torna-se milionária. Aliado a isso, ela continua com o mau feitio e com uma capacidade incrível de chatear os outros. Mas as coisas mudam quando ela é acusada de uso privilegiado de informação e vai para a prisão. Aqui começa a verdadeira história. Após lhe ser concedida liberdade condicional, ela começa a perceber que todas as pessoas lhe viraram as costas como consequência de tudo o que ela fez durante anos. Todas menos uma: Claire, a sua ex-assistente. Juntas vão criar coisas boas para ambas, mas, acima de tudo, vão criar uma amizade inigualável capaz de fazer perceber a Michelle que há coisas muito mais importantes que todo o dinheiro do mundo. 

Lendo uma sinopse rápido em qualquer site, pensa-se rapidamente que se trata de um filme interessante com uma moral que nos faz (re)pensar nas nossas prioridades. E faz. Eu cheguei ao fim e retive a moral, mas confesso que cheguei a ficar cansada do filme. Primeiro, porque se trata de uma comédia e foram poucas as vezes que esbocei um sorriso (não, não dei nenhuma gargalhada) e, segundo, porque paguei uma ida ao cinema para me sentir, agora, arrependida. O filme tem uma história incrível e, depois, fazem disso uma coisa patética sem cabimento nenhum. Estou arrependida de ter gasto dinheiro para ver este filme e, principalmente, por ter perdido o meu tempo. Não recomendo.
25 maio 2016

Faz-me imensa confusão ver pessoas agarradas ao telemóvel à volta de uma mesa. 

We will always have Paris

21 maio 2016

Paris inspira-me. As ruas, as pessoas, o sotaque bonito - é mágico, juro, e era capaz de passar lá grande parte da minha vida. Já tive a oportunidade de a conhecer. Não como quero, mas já lá estive e não esqueço. Felizmente, parece que, este verão, terei a oportunidade de passar mais uma vez por lá. Uma coisa rápida, mas que já tem alegrado os meus dias só de pensar. Por isso mesmo, quero inspirar-vos ao mesmo tempo que me inspiro entre fotografias bonitas e decido os sítios pelos quais tenho mesmo de passar.

18 maio 2016

Nunca fui uma verdadeira maria-rapaz, mas era suficientemente despreocupada e desleixada para deixar coisas como moda e maquilhagem para trás. No entanto, isso tem mudado nos últimos tempos. Agora vejo imensos vídeos de maquilhagem e os meus olhos brilham quando passo perto de alguma coisa que queria mesmo experimentar. Com a moda, tem-se passado exatamente a mesma coisa. E eu adoro isso. Investir em peças que, à partida, estão fora da minha zona de conforto faz-me sentir ainda mais confiante. E é tão bom. 
15 maio 2016

A Blake Lively tem um charme e um encanto inexplicáveis que me fazem adorá-la. 
14 maio 2016

O que mais aprecio nas pessoas, em geral, é a diversidade de interpretação. Fascina-me a quantidade de opiniões, pensamentos e lembranças que podem despoletar de várias pessoas a olhar exatamente para o mesmo sítio. Pode-nos trazer tristeza, alegria, indiferença... No entanto, continua a ser a mesma coisa, o mesmo sítio, o mesmo contorno. Tudo isto porque, no fundo, somos aquilo que as circunstâncias e a forma como as encaramos nos fazem ser. Somos pequenos pedaços moldáveis e sempre em mudança. Somos tanto e, ao mesmo tempo, tão pouco. Somos um ponto praticamente imperceptível do universo, mas também valemos o universo aos olhos de muita gente. Somos gigantes à nossa maneira.

Finais felizes

10 maio 2016

O meu mês começou de uma forma muito especial: com uma dia dedicado a mim. A mim e, de certa forma, àqueles que estiveram ao pé de mim numa das fases mais bonitas e importantes de toda a minha vida. Foi a celebração do fim de mais uma etapa. Vieram as pessoas que mais significado têm para mim e foi tão lindo! Passou a correr, mas a intensidade com que passou deixou marcas gigantes. Foi um dia de sorrisos, de admiração e de miminhos. Não podia pedir melhor, não podia mesmo.

Tenho pessoas fantásticas do meu lado, não posso negar. Daquelas que ouvem, que apoiam e que encorajam. Daquelas que te fazem acreditar que és capaz de tudo. Principalmente, daquelas que te fazem ser a melhor versão de ti mesmo. Não há dinheiro que pague um coração cheio de gente boa e eu sinto-me grata por ter um.

Chorei a ler as fitas, chorei a abraçar a minha mãe, chorei a pensar no quão rápido isto passou. E nunca houve lágrimas que contivessem tanta felicidade como aquelas. Foi tudo tão genuíno, tão puro que eu passei o dia pasmada. Eu não tinha absolutamente controlo nenhum sobre mim de tão feliz que estava e o facto de me sentir completamente anestesiada é a prova disso. Foi tudo tão inexplicável que o faz parecer irreal. As flores (pela primeira vez recebi um ramo de flores!), o bolo cuidadosamente feito, a pandora (ainda nem acredito que recebi a pandora!) aqueceram ainda mais o meu coração. Se podia ter sido mais feliz? Não. Se havia melhor maneira de celebrar o (quase) fim de uma licenciatura? Definitivamente, não. E eu tenho a certeza disso. 
09 maio 2016

Há anos que não vou a um casamento e estou radiante por, este verão, ir a um de alguém tão importante para mim. 

À melhor mãe do mundo

07 maio 2016
Fotografia da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Tenho um amor gigante por esta mulher. Agradeci-lhe, na semana passado, por tudo o que tem feito por mim e os abraços, os olhares brilhantes e os sorrisos são a prova disso. Ela fez-me feliz e eu fi-la feliz. Surpreende-mo-nos de formas tão brilhantes que o dia da mãe mais parecia o dia das mães e filhas. E foi tão bonito! Vê-la a olhar para mim com um orgulho enorme e com uma vontade incontrolável de dizer ao mundo todo que sou filha dela, não tem preço. São coisas que guardarei com um carinho enorme para sempre. 

Ela é a mulher mais importante da minha vida e eu não fazia sentido nenhum sem ela. Por tudo o que ela me ensinou, por tudo o que ela me deu e por todas as lições que retirei dela, devo-lhe o universo inteiro. Mas sei que nunca me cobrará nada. Ainda assim, quero abraçá-la sempre que puder, dar-lhe beijos até ela se fartar de mim, encher-lhe aquele rosto de sorrisos e inundá-la de felicidade. Nunca menos do que isto. Porque ela merece tudo. 

#Instagram - Abril 2016

06 maio 2016

Esta publicação vem mais tarde do que o costume, mas as razões são boas, muito boas. E se o início deste mês me leva a atrasar uma data de coisas, o mês de Abril levou-me a estar quieta no meu quarto e a estudar, estudar, estudar. Ah, e a fazer trabalhos nos tempos livres! Foi um mês cansativo, muitas vezes ingrato e de muita pouca diversidade. Consegui, com muito esforço, rever uma amiga que não via há muito tempo por duas vezes e foi fantástico recordar os bons momentos do nosso secundário e ver que, passe o tempo que passar, há coisas que não mudam de maneira alguma. Estas visitas foram a prova de que, com organização, somos capazes de fazer de tudo, mesmo nos momentos mais aflitos.
05 maio 2016

Já não me lembro da última vez que tive o computador ligado por mais de meia hora. E sabe tão bem!