14 maio 2016

O que mais aprecio nas pessoas, em geral, é a diversidade de interpretação. Fascina-me a quantidade de opiniões, pensamentos e lembranças que podem despoletar de várias pessoas a olhar exatamente para o mesmo sítio. Pode-nos trazer tristeza, alegria, indiferença... No entanto, continua a ser a mesma coisa, o mesmo sítio, o mesmo contorno. Tudo isto porque, no fundo, somos aquilo que as circunstâncias e a forma como as encaramos nos fazem ser. Somos pequenos pedaços moldáveis e sempre em mudança. Somos tanto e, ao mesmo tempo, tão pouco. Somos um ponto praticamente imperceptível do universo, mas também valemos o universo aos olhos de muita gente. Somos gigantes à nossa maneira.
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