24 junho 2016


Mais dois exames e fico com um verão inteiro para mim. Está quaaaaaaaaaase!

Cristiano Ronaldo

22 junho 2016


O Cristiano Ronaldo é o Cristiano Ronaldo, e nunca haverá melhor forma de o caracterizar que esta. É ele mesmo, apenas. Faz inveja a muita gente, provoca centenas de notícias pela mínima coisa e é criticado por tudo e por nada. E a realidade que mais me assusta é o facto de haver tantos portugueses que o desprezam. É irritante e inconcebível, para mim. E é muito fácil explicar porquê: temos, por exemplo, uma Sara Sampaio lá fora e, embora para mim ela não seja a melhor, eu irei sempre reconhecer o mérito dela. Sempre. E quem me conhece bem sabe que eu até nem aprecio muito o trabalho dela, mas nunca me passará pela cabeça tirar o mérito que ela merece e tem pelo que faz. Então, porque razão havemos de fazê-lo com o Cristiano Ronaldo? Porque é que somos os primeiros a deitá-lo abaixo? Porque é que passamos a vida a chamar-lhe coisas tão feias?

Aos olhos dos portugueses, ele passa de besta a bestial com uma rapidez assustadora. Se ele falha pela seleção, já só joga no clube dele, não se esforça por nós, é um individualista. Mas esperem lá... É proibido falhar? É que, caramba, eu já falhei tantas vezes que até me começo a sentir incomodada. Todos erramos, todos temos dias maus e todos temos oportunidade de remediar a situação. E ele não é diferente. Se é arrogante, vaidoso e individualista, não sei, nem ninguém sabe porque, no fundo, ninguém o conhece. E as pessoas só vão ser boas umas para as outras quando entenderem que é preciso aceitar aquilo que os outros são. Ninguém é pior porque sorri menos, mas é-se pior por criticar e passar a vida a apontar o dedo a alguém. Mesmo que ele não seja o melhor do mundo para todos, é para uma parte significativa das pessoas e temos de aceitar isso. Aquilo que ele é como pessoa, fica para quem convive com ele. Aquilo que ele dá em campo, fica para quem o admira. E, que eu saiba, não se define uma pessoa na totalidade por aquilo que é dentro de quatro linhas.

21 junho 2016


Já tinha saudades de estar numa esplanada à noite sem casaco. 

Séries que acompanho #1

18 junho 2016


//The 100 
Este é o meu mais recente vício. Começa 97 anos após uma guerra nuclear que aconteceu na Terra e destruiu praticamente tudo. Os únicos sobrevivente conhecidos estão na "Arca", uma estação espacial que orbita a Terra desde então. Mas, como seria de esperar, eles começam a ficar sem recursos suficientes para alimentar e manter vivas todas as pessoas que lá habitam. Por isso mesmo, enviam 100 pessoas para o solo, de modo a perceberem se este é habitável ou não. E é aqui que tudo começa e coisas impensáveis irão acontecer. Até matarem a minha personagem favorita (odeio quando isto acontece!), mas isso são outros pormenores que não interessam porque, de facto, a série tem valido muito a pena até agora. 

//Suits
Há algum tempo que parei de ver esta série porque o Netflix simplesmente não adicionava os novos episódios e, agora que já os tem, não tenho tempo para ver. Mas tenho taaaaantas saudades do Harvey Specter. E do charme dele! Porque, acreditem em mim, aquele homem transpira charme. Charme e olho para identificar bons advogados, mesmo que não o sejam de verdade. Refiro-me, claro, ao Mike Ross, o seu associado. Juntos são uma equipa fantástica e é engraçada a forma como a amizade deles vai evoluindo. O Harvey é uma personagem que, verdadeiramente, me cativa espontaneamente e nem sequer sei muito bem porquê. Têm mesmo de ver para perceberem do que falo.

//The Blacklist
Não acompanho a série há muito tempo, mas não consegui parar de a ver desde o primeiro episódio. Talvez pelo mistério que ela transmite e pela vontade que isso dá de querer saber tudo o que vai acontecer. E tudo isto se deve a um homem: Raymond Reddington, um dos criminosos mais procurados pelo FBI que decide entregar-se, mas com um plano em mente. Este plano diz que ele fica com total imunidade, mas em troca ajuda-os a capturar uma lista de criminosos e terroristas, a maioria dos quais nem sequer consta nos registos do FBI. O acordo é aceite, mas porque será que ele apenas fala para uma das agentes, Elizabeth Keen? Nem eu descobri ainda. 

//House of Cards
Recentemente saiu uma nova temporada e eu fiquei cheia de vontade de recomeçar a ver esta série. Francis e Claire Underwood são os protagonistas e fazem-nos envolver num gigante mundo da política, coisa que eu acharia impossível já que esta não é uma área em que eu perceba, efetivamente, do assunto. No entanto, fazem-no da forma menos correta possível: acabando com todos aqueles que estejam a mais durante todo esse processo. O importante, aqui, é o poder. E a sede de poder de Frank é insaciável. Os esquemas, a vontade de chegar ao topo e o protagonismo são uma constante na série. Talvez seja isso que a torna tão cativante e diferente. 

06 junho 2016


Adoro acampar e tenho imensas saudades de o fazer.
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