Decisões

23 novembro 2016


Há situações que nos desafiam de uma forma inimaginável, mesmo sem termos uma verdadeira noção disso. As coisas vão acontecendo, os problemas vão surgindo e vamos agindo de acordo com aquilo que achamos ser o mais correto. Mas naquele momento em que somos obrigados a parar e refletir sobre os prós e os contras das nossas possíveis decisões, percebemos que temos um mundo de oportunidades, todos os dias, nas nossas mãos. Todos os dias temos a capacidade de mudar aquilo que somos, aquilo que fazemos e o caminho que seguimos. Quão gratificante isso é?

Um avô muito à frente (2016)

22 novembro 2016


Tudo começa no funeral da avó de Jason Kelly e, ainda a meio deste, o avô propõe-lhe uma viagem até Daytona. Apesar de não estar completamente convencido quanto à viagem devido ao facto de faltar muito pouco tempo para a chegada do dia do seu casamento, aceita o desafio. Parte em viagem com o seu avô recém-solteiro, que demonstra ter uma vontade enorme de viver grandes aventuras. E, sejamos sinceros, quem não dominaria o mundo num carro cor-de-rosa? Depois de festas, muito álcool e alguma droga à mistura, as coisas tornam-se, inconscientemente, diferentes. Ou melhor: revelam-se diferentes. E é muito interessante ver o desenrolar da visão de ambas as personagens principais sobre diferentes assuntos.

Não esperem ver um filme espectacular que vos vai fazer estar colados ao ecrã. É um bom filme de domingo à tarde, como costumo dizer. É bom para preencher aquele tempo livre em que não sabemos bem o que fazer, com o acréscimo de que ainda é certo darem umas boas gargalhadas (e é sempre bom rever o Zac Efron! #TeamHighSchoolMusical). Mesmo nestes filmes mais descontraídos e informais, eu gosto de tirar boas lições e este não é exceção. Aqui (re)aprende-se uma coisa muito importante: não importa a quantidade de dinheiro que tenhas ou o futuro que possas vir a ter só por casares com alguém que te pode lançar ao mundo, se não fores feliz nada vai valer a pena. Não duvidem disso. 

18 novembro 2016


Quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa invernal. Acordar e sentir-me quentinha e aconchegada debaixo dos lençóis é impagável. Claro que tem o seu lado mau, mas para mim, no geral, é a altura do ano mais mágica. Adoro usar cachecóis, camisolas mais grossas e luvas. Sair de casa e sentir o frio na minha cara não me deixa nada irritada, muito pelo contrário. E quando neva, chega o auge do meu Inverno. Sou verdadeiramente feliz neste ambiente de frio lá fora e quente cá dentro. É quase como um coração deve ser: quente, independentemente das circunstâncias. E eu tenho a sorte de conseguir manter o meu assim.

17 novembro 2016


O espírito natalício já começou a apoderar-se de mim e eu não podia estar mais feliz.

@belenhostalet no instagram

12 novembro 2016


A conta @belenhostalet é uma lufada de ar fresco, todos os dias, no meu instagram. As fotografias dela inspiram-me. As cores claras, as paisagens, os enquadramentos são sempre certeiros. Ela é a protagonista em praticamente todas as suas fotografias e nem por isso esta conta perde qualquer encanto. Mais recentemente, depois de alguma pesquisa, descobri que a Belen ficou mais conhecida simplesmente devido ao seu instagram, o que demonstra, verdadeiramente, a qualidade deste. Vale muito a pena deixarmo-nos levar por este cantinho.

Amor, sem tudo o resto, é só amor

09 novembro 2016


Já lá vai o tempo em que eu, ingénua, achava que o amor era a solução para tudo. Pensava eu que amar era a única condição necessária para que uma relação durasse. Não podia estar mais enganada. O amor não chega quando não há atenção, disponibilidade, flexibilidade e intenção. Não chega mesmo. Por muito que se goste de alguém, isso não é uma condição capaz de fazer com que duas pessoas passem o resto da vida juntas, se é que isso é possível. É preciso esforço e dedicação suficientes para alimentar esse sentimento. É preciso dar tudo. E isso não é fácil. Não é fácil acordar cedo num fim-de-semana para se poder passar o dia inteiro com a outra pessoa, não é fácil arranjar uns minutos a mais no meio de uma agenda sem espaço de manobra, não é fácil chegar ao fim do dia de rastos e ajudar no que é necessário. Mas o amor é isso mesmo: uma constante demonstração daquilo que somos capazes de fazer por alguém. E, embora muitas vezes seja difícil, não há sentimento melhor.

Deal with it? How?


Fui passar este último fim-de-semana a casa e, entre conversas de jantar, surge o tema "Trump". A minha mãe afirmava com grande convicção que ele não seria eleito presidente e eu, que desejava com todas as forças estar errada, rematei com um "há uma grande possibilidade de estares enganada". E estava. Na verdade, os últimos dias que antecederam o dia da decisão tinham vindo a demonstrar isso mesmo: Trump era uma possibilidade. E, sem saber muito bem como, tornou-se numa realidade. Eram 7h48 quando desliguei o meu despertador e fui rapidamente procurar o resultado das eleições. Estremeci e levantei-me a uma velocidade alucinante porque não queria acreditar naquilo. Fiz mais umas pesquisas para ter a certeza absoluta de que aquilo era real e a ficha caiu-me: Trump é, oficialmente, o 45º presidente dos Estados Unidos da América. Sentem o medo só de dizer esta frase em voz alta? É assustador. Imprevisível.

Na verdade, sei bem que nenhum dos dois era um bom candidato, mas entre o mau e o péssimo a escolha tinha de ser a mais sensata. Não foi. A democracia escolheu um homem pequenino. Um homem que pensa que os algarismos da sua conta bancária lhe valem de tudo. Não valem. Nenhum dinheiro do mundo chegaria para apaziguar a raiva de ver alguém racista, xenófobo, machista e islamofóbico a chegar ao poder. A Terra acabou de se tornar num sítio ainda mais perigoso do que aquilo que já era e não há forma de contornar isso.

Na realidade, a estratégia dele foi bastante simples: dizer tudo aquilo que as pessoas querem ouvir. Depois, esperou que a comunicação social fizesse o resto do trabalho por ele. Deram-lhe mediatismo a mais, demasiado tempo de antena e ridicularizaram-no ao ponto de o tornarem intocável. E ele aproveitou-se disso de uma forma incrível. Ele provou que isso é mais do que suficiente para se chegar longe. E isso torna-se assustador quando penso nas pessoas parecidas a ele que podem estar a um passo de governar países como a França. As coisas podem descontrolar-se por completo e nós não teremos forma de contornar esta catástrofe. Enquanto isso, o Putin vai-se rindo e aplaudindo porque, cada vez mais, encontra parceiros que lhe agradem. 

Que dia tão triste. Que presidente tão mal escolhido. Que mundo tão virado do avesso. 

08 novembro 2016


Está oficialmente aberta a época das camisolas quentinhas.

Das imperfeições

07 novembro 2016


É muito fácil deixarmo-nos enganar pelas imagens que nos aparecem, no dia-a-dia, de famosos. Parecem todos perfeitos. As rugas não existem, a celulite é impensável e os cabelos são perfeitos. Utópico, diria eu. Todos temos as nossas imperfeições e temos de nos aceitar como tal. Se é difícil? Pode ser, mas é um processo necessário. E, por isso mesmo, fico feliz sempre que alguma marca decide mostrar a verdadeira realidade das coisas. Porque é nessas campanhas que percebemos que, por mais defeitos que tenhamos, isso não nos tira a nossa beleza. A Jasmine Tookes, esta modelo linda da Vitoria's Secret, é a prova disso. Mesmo com estrias.

02 novembro 2016


Todas as pessoas à minha volta dão a desculpa do dinheiro para não viajar. A verdade é que há viagens bem baratas e, quando bem organizadas, é possível fazer a gestão dos gastos fixos em dois ou três meses. E eu que ando cheia de vontade de viajar, ando tentada a fazê-lo, pela primeira vez, sozinha. Posso ter os meus receios em relação a isso, mas sempre quis ter essa experiência.
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