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#Instagram - Janeiro 2017

31 janeiro 2017
Janeiro começa sempre em festa. Depois de subir a um banco, de comer 12 bagos de uvas (um grande blhac para as passas que há muito saíram da nossa rotina ao iniciar um novo ano), de fingir que estou a pedir desejos quando, na verdade, nunca o faço e de abraçar as pessoas que mais gosto no fim da contagem decrescente, demos as boas-vindas a um novo ano. Uma nova oportunidade de definir novos objetivos, de deixar para trás tudo o que deve ficar para trás e de espalhar sorrisos por todo o lado.
Embora o mês de Janeiro comece sempre desta forma, eu não gosto dele. É o mês que me retira todas as rotinas que vou adquirindo ao longo dos últimos meses que o antecedem e que trás consigo uma carrada de frequências, trabalhos e exames. Tudo se resume a isto neste mês que já é considerado há muito tempo como um dos que eu menos gosto.
Apesar da carga negativa que paira sempre à volta deste mês, que pareceu uma eternidade, e do cansaço visível que provocou em mim, não me deixei levar por ele. Consegui aproveitar os tempos mais livres que ia tendo para fazer uma coisa da qual tinha muitas, muitas saudades, mas que por algum motivo deixei de fazer: ler. Li mais do que aquilo que pensei que conseguiria e acabei um livro e ainda comecei um outro. Para além do tempo que me permiti perder entre leituras, não houve muitas outras coisas que eu pudesse fazer e, por isso, os passeio foram poucos, mas muito bem aproveitados. E sempre no meu querido Porto.

Das mudanças boas

29 janeiro 2017

Aprecio muito a serenidade que eu me dou a mim própria. Não estou a ser convencida, tive de trabalhar muito para isso. Ninguém que tenha uma baixa auto-estima, medos e pensamentos negativos aprende a olhar para si de forma diferente de um dia para o outro. Não. É um processo longo que, embora seja fácil de desistir, nos levará a um estado de bem-estar, felicidade e harmonia inigualáveis. 

Se há dois anos atrás me dissessem que eu estava a ver as coisas de forma distorcida, eu ria-me. Achava que tudo estava bem exatamente do jeito que estava e, depois de muito bater com a cabeça, percebi que estava completamente errada. Vivia numa ilusão pintada à minha maneira, mas muito longe da realidade. Eu não era feliz e hoje consigo reconhecer isso sem qualquer dificuldade. Eu culpava-me por coisa absurdas, inferioriza-me se fosse necessário e punha completamente de parte as minhas necessidades. 

Quando eu cheguei ao fundo do poço, percebi que estava a desperdiçar o que de mais valioso tenho: eu. As circunstâncias foram-me mostrando isso e eu decidi agir. Já tinha perdido demasiado tempo e energia com coisas pouco significativas e estava na hora de pensar em mim. Arregacei as mangas como nunca o tinha feito e incentivei-me a ser melhor a cada dia. Hoje eu sou grata por tudo, até pelas pequenas coisas que, muitas vezes, tomamos como adquiridas e esquecemos com facilidade. Sou rica por ter pessoas que se preocupam comigo. Sou uma privilegiada por poder estudar num curso que gosto. Enfim, sou feliz com muito pouco.

Por isso, se estão a enfrentar uma situação parecida, não desistam. Afastem-se das pessoas que vos fazem mal, das rotinas que não vos preenchem por completo e das músicas que vos deixam aborrecidos. Acordem com um sorriso e reconheçam sempre que são suficientes para tudo. Nem sempre vai ser fácil, mas contornem a situação com uma dose de boas energias. A vida melhora muito quando passamos a ver tudo pelo lado positivo. Façam disso uma rotina. 

Um sim aos folhos

17 janeiro 2017

Há uns anos atrás ofereceram-me uma blusa com folhos que eu adorava. Ainda hoje me recordo dela com uma certa nostalgia. Recebia imensos elogios quando a usava e eu sentia-me verdadeiramente bonita com ela. Mas um dia... Pufff! Ela desapareceu como por magia e, depois de dias a revirar tudo, dei o assunto como encerrado, sempre na esperança de um dia encontrar uma igual. 

Hoje, uns bons sete anos depois, não consegui (ainda) encontrar uma igual, mas consegui encontrar umas tantas blusas com folhos que me dão vontade de ir a correr à loja mais próxima e trazê-las para casa. No entanto, como os exames não me permitem ter esse tempo livre, vou sonhando com elas, através do ecrã do meu computador, e fazendo uma análise de qual tratei para casa mais tarde com toda a certeza. Para vos inspirar nesta nova tendência e, ao mesmo tempo, inspirar-me a mim, trago-vos quatro modelos que fizeram os meus olhos brilhar. Difícil mesmo é escolher só uma. 

Bolo de chocolate

15 janeiro 2017
Os domingos combinam na perfeição com pequenos momentos de conforto que uma fatia de bolo de chocolate acompanhado com uma chávena de chá nos podem proporcionar. E isso acompanhado com um bom filme e com as pessoas de quem gosto incondicionalmente do meu lado, tornam um domingo banal em um domingo de encher o coração. E, apesar de não ter tudo o que queria neste dia (exames, podem fazer uma pausa?), tive uma fatia de chocolate a acompanhar o meu estudo que me deu um incentivo gigante.

Aqui em casa, eu sou conhecida exatamente por este bolo. Das amigas da minha mãe até aos familiares que estão mais longe, todos falam desta minha especialidade. O que eles não sabem é onde eu fui buscar a receita e certamente que se riam se soubessem. A receita encontra-se num livro da disney que contém receitas fáceis para crianças. É verdade. Mas, apesar disso, o bolo é tão fácil de fazer quanto delicioso. Por isso mesmo, venho aqui partilhar a receita para que também vocês possam aquecer o coração de quem mais gostam. 
01 janeiro 2017

"Nem tudo vai ser simétrico, ter lógica ou fazer sentido. Nem tudo vai dar certo à primeira, à segunda ou à terceira. Nem todos os corações serão bons lugares para morar e nem todos os mapas nos leverão onde queremos chegar. Nem todos os sinais serão bons para avançar e nem todos os comboios serão para apanhar. Nem todas as mãos virão para nos ajudar e nem todos (muito poucos) vão conseguir colocar-se no nosso lugar. Que a nossa promessa constante seja lembrarmo-nos sempre do nome da força que nos faz levantar, encher o peito de ar e voltar a acreditar. Que a Vida seja nossa aliada e que nos vá pondo no peito pequenos balões de esperança. Que nos obriguem a não desistir nunca do verbo-maior, aquele que, sob múltiplas formas, pessoas e lugares, dá o verdadeiro sentido a qualquer ano novo: amar." - Às 9 no meu blog

Um feliz ano novo!